27.10.13
12.4.13
CURSO DE FORMAÇÃO ISO STRETCHING
O Curso de Formação em Iso Stretching é ministrado pelo fundador da técnica, o osteopata e fisioterapeuta francês Bernard Redondo.
O método Iso Stretching foi desenvolvido na França há 30 anos. Trata-se de exercícios posturais globais, com a finalidade de prevenção e correção das alterações musculoesqueléticas, disfunções de coluna e postura.
Trabalha-se a caixa torácica por intermédio da expiração forçada e, por consequência a inspiração, associando uma contração dos abdominais e glúteos, permitindo um equilíbrio da cintura escapular, da cintura pélvica e da coluna vertebral.
Uma das vantagens do método é que o profissional pode trabalhar em pequenos grupos. Os atendimentos têm duração média de 50 minutos, com frequência de 2 vezes por semana.
PÚBLICO ALVO:
PROGRAMA:
1. Revisão anatômica e biomecânica da coluna vertebral;
2. Histórico e filosofia do método;
3. Princípios de base;
4. Respiração;
5. Fortalecimento e alongamento;
6. Posturas nas quatro posições fundamentais;
7. Evolução de acordo com o método de diversas patologias;
8. Prática.
O método Iso Stretching foi desenvolvido na França há 30 anos. Trata-se de exercícios posturais globais, com a finalidade de prevenção e correção das alterações musculoesqueléticas, disfunções de coluna e postura.
Trabalha-se a caixa torácica por intermédio da expiração forçada e, por consequência a inspiração, associando uma contração dos abdominais e glúteos, permitindo um equilíbrio da cintura escapular, da cintura pélvica e da coluna vertebral.
Uma das vantagens do método é que o profissional pode trabalhar em pequenos grupos. Os atendimentos têm duração média de 50 minutos, com frequência de 2 vezes por semana.
PÚBLICO ALVO:
- Profissionais e acadêmicos de Fisioterapia
- Profissionais e acadêmicos de Educação Física
- Terapeutas Corporais - Professores de Pilates, Yoga, Qi Gong, etc.
PROGRAMA:
1. Revisão anatômica e biomecânica da coluna vertebral;
2. Histórico e filosofia do método;
3. Princípios de base;
4. Respiração;
5. Fortalecimento e alongamento;
6. Posturas nas quatro posições fundamentais;
7. Evolução de acordo com o método de diversas patologias;
8. Prática.
20.8.11
ISO STRETCHING
O Iso Stretching é um exercício postural, global e compensatória aos maus hábitos funcionais-posturais contemporâneos, e é indicado a todas as pessoas independente da sua capacidade física atual, pois tem uma proposta terapêutica e preventiva que se adapta ao momento do seu praticante, respeitando os seus limites, com enfoque especial a problemas de coluna. Tem como ponto principal o desenvolvimento da consciência corporal no posicionamento da pelve e coluna vertebral, o fortalecimento da musculatura profunda da coluna, a harmonia entre tensão e relaxamento das cadeias musculares, e uma expiração profunda e controlada.
Em estágios mais avançados é um exercício bastante vigoroso de contração muscular isométrica (contração sem movimento) e totalmente seguro nos casos de patologias da coluna, pois tem como ponto chave a retificação da coluna vertebral e o autocrescimento, o que anula totalmente a possibilidade de lesões nos discos interverterais, e até mesmo reabilitando aqueles que já o tem. A prática do Iso Stretching é menos "perigosa" do que as atividades de vida diária, onde muitas vezes executamos movimentos que podem realmente ser lesivos.
Aumenta a capacidade respiratória pois trabalha com inspirações profundas antes do posicionamento na postura, e expiração controlada durante a execução da postura, que terá a duração adequada a sua capacidade do momento, nunca havendo uma sobrecarga.
O Iso Stretching foi idealizado pelo fisioterapeuta e osteopata francês Bernard Redondo, que foi o fisioterapeuta da equipe francesa de atletismo, onde pode comprovar a eficácia e a necessidade da aplicação do método mesmo em esportistas de alto nível, pois estes também apresentam de dores na coluna.
Para mais informações acesse ao seu site pessoal: http://isostretching.free.fr/
Em estágios mais avançados é um exercício bastante vigoroso de contração muscular isométrica (contração sem movimento) e totalmente seguro nos casos de patologias da coluna, pois tem como ponto chave a retificação da coluna vertebral e o autocrescimento, o que anula totalmente a possibilidade de lesões nos discos interverterais, e até mesmo reabilitando aqueles que já o tem. A prática do Iso Stretching é menos "perigosa" do que as atividades de vida diária, onde muitas vezes executamos movimentos que podem realmente ser lesivos.
Aumenta a capacidade respiratória pois trabalha com inspirações profundas antes do posicionamento na postura, e expiração controlada durante a execução da postura, que terá a duração adequada a sua capacidade do momento, nunca havendo uma sobrecarga.
O Iso Stretching foi idealizado pelo fisioterapeuta e osteopata francês Bernard Redondo, que foi o fisioterapeuta da equipe francesa de atletismo, onde pode comprovar a eficácia e a necessidade da aplicação do método mesmo em esportistas de alto nível, pois estes também apresentam de dores na coluna.
Para mais informações acesse ao seu site pessoal: http://isostretching.free.fr/
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17.2.11
A PELVE
A pelve rege o alongamento, a qual, em razão de sua posição, no meio do corpo, irá controlar, selecionar e organizar as tensões, posicionando-se em anteversão ou retroversão.
Os desportistas e seus treinadores bem conhecem a importância da pelve. O posicionamente desta é um dos elementos essenciais do ajustamento técnico. A tomada de consciênciade sua mobilidade não é coisa evidente. Por isso damos ênfase a esse trabalho. A coluna vertebral é intimamente amarrada à pelve através das articulações sacroilíacas, de pouca mobilidade, e através de um forte sistema ligamentar íliolombar.
Dissociar a pelve da coluna é um erro grave; muitos problemas provém dessa falta de consciência. Seu eixo preferencial de mobilidade é o eixo transverso bifemural.
O posicionamento da pelve é essencial:
Os desportistas e seus treinadores bem conhecem a importância da pelve. O posicionamente desta é um dos elementos essenciais do ajustamento técnico. A tomada de consciênciade sua mobilidade não é coisa evidente. Por isso damos ênfase a esse trabalho. A coluna vertebral é intimamente amarrada à pelve através das articulações sacroilíacas, de pouca mobilidade, e através de um forte sistema ligamentar íliolombar.
Dissociar a pelve da coluna é um erro grave; muitos problemas provém dessa falta de consciência. Seu eixo preferencial de mobilidade é o eixo transverso bifemural.
O posicionamento da pelve é essencial:
- Para os alongamentos;
- Para aliviar a coluna vertebral;
- Para o trabalho dos abdominais.
COLUNA VERTEBRAL
Todo mundo tem consciência de sua importância e dos problemas que seu disfuncionamento acarreta. "É dela que tudo parte e é para ela que tudo volta" (R. Perrin).
Ela precisa permanentemente fazer uma composição entre essas três funções:
As curvaturas fisiológicas, para reagir de forma econômica à gravidade, estão, na posição de pé, em perpétua modificação em função das atitudes e dos gestos.
Os paravertebrais profundos estão em atividade permanente:
A participação dos músculos superficiais à sustentação da atitude corrigida demonstra a ausência de controle dos músculos eretores e diminui a ação destes na participação ao movimento.
Na maioria das posturas, faremos com que a coluna vertebral se alinhe com a pelve, que terá sido previamente colocada em torno do eixo transversal bifemural.
Teremos assim uma melhor repartição das pressões ao nível do tripé vertebral.
* Trecho extraído da apostila do curso de formação em Iso Stretching ministrado por Bernard Redondo.
Ela precisa permanentemente fazer uma composição entre essas três funções:
- Proteção da medula;
- Grande mobilidade;
- Convergência das forças;
As curvaturas fisiológicas, para reagir de forma econômica à gravidade, estão, na posição de pé, em perpétua modificação em função das atitudes e dos gestos.
Os paravertebrais profundos estão em atividade permanente:
- Para manter o equilíbrio;
- Para repartir de melhor forma as pressões sobre o tripé, os discos e as articulações facetárias posteriores;
- Para controlar a mobilidade;
- Para enrijecer o conjunto favorecendo o apoio.
- Flexibilidade: a coluna estando então em seu maior comprimento;
- Força: trabalho importante para dos paravertebrais.
A participação dos músculos superficiais à sustentação da atitude corrigida demonstra a ausência de controle dos músculos eretores e diminui a ação destes na participação ao movimento.
Na maioria das posturas, faremos com que a coluna vertebral se alinhe com a pelve, que terá sido previamente colocada em torno do eixo transversal bifemural.
Teremos assim uma melhor repartição das pressões ao nível do tripé vertebral.
* Trecho extraído da apostila do curso de formação em Iso Stretching ministrado por Bernard Redondo.
FORTALECIMENTO ABDOMINAL
Da mesma forma como ocorre com a pelve, em razão de sua situação e de suas funções, esses músculos são essenciais à harmonia e ao bom funcionamento do corpo.
Não existe bom funcinamento dos músculos posteriores sem uma boa atividade dos anteriores.
O sistema pneumático descrito por L. Busquet não pode funcionar bem sem uma tonicidade suficiente do grupo períneo-abdominal, mas ele não pode, sozinho, sustentar o edifício.
Eles deverão ser trabalhados nas suas funções:
Não existe bom funcinamento dos músculos posteriores sem uma boa atividade dos anteriores.
O sistema pneumático descrito por L. Busquet não pode funcionar bem sem uma tonicidade suficiente do grupo períneo-abdominal, mas ele não pode, sozinho, sustentar o edifício.
Eles deverão ser trabalhados nas suas funções:
- Proprioceptiva;
- Estática (retos);
- Rotatória (oblíquos);
- Respirtória (transverso).
A RESPIRAÇÃO
A respiração é a única função orgânica que qualquer um pode facilmente comandar, pois, além de sua ação visceral, ela participa da atividade mecânica, da mesma forma que um air-bag, e é atividade estática, através do diafragma.
Todos os exercícios são feitos em expiração profunda e controlada. "Como os músculos espinhais e o diafragma são compactantes e lordosamente em inspiração, todos os exercícios deverão ser em expiração".
- Melhorando assim a mobilidade do diafragma e do gradio costal;
- Evitando exercer uma pressão abdominal muito forte;
- Ritmando o tempo do trabalho.
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